Referência nacional e internacional, a Escola Roberto Pereira Danças é comandada pelo professor, dançarino e coreógrafo Roberto Pereira. Com mais de 30 anos de história, o espaço já formou gerações de dançarinos e professores que hoje atuam no Brasil e no exterior.
Localizada em um cenário privilegiado, com vista para o marco zero e para o mar, a escola une arte, beleza e acolhimento. As turmas contemplam ritmos como salsa, bachata, forró, tango, samba de gafieira, bolero e swing west coast, em níveis que vão do iniciante ao avançado.
“Mais do que ensinar passos, nossa proposta é proporcionar experiências que fortalecem autoestima, confiança e conexão humana. A dança é cultura, saúde e transformação pessoal”, destaca Roberto.
Dança para todos
Na Escola Roberto Pereira Danças, não existe idade ou experiência mínima para começar. “Já tivemos alunos que iniciaram aos 16 e outros aos 70 anos. O melhor momento para dançar é sempre o agora”, afirma. O espaço também acolhe quem nunca praticou atividade física ou possui alguma limitação leve, adaptando as aulas de acordo com cada necessidade.
Seus benefícios vão muito além da técnica. A dança melhora a coordenação motora, postura, equilíbrio, respiração e resistência física. Também estimula memória, atenção, sociabilidade e bem-estar emocional. “A dança é um exercício completo. Trabalha corpo e mente, além de promover saúde emocional e interação social”, reforça o professor.
Além de ser uma prática prazerosa, a dança é considerada uma atividade física completa, capaz de auxiliar no emagrecimento, no condicionamento cardiorrespiratório e no fortalecimento muscular. “É uma forma divertida de se manter ativo, sem a rigidez de algumas práticas tradicionais”, explica Roberto.
Dançar é também um ato de autoconhecimento. Ao reconhecer seus movimentos e se expressar, o aluno fortalece autoestima e confiança. A escola aposta em um ambiente acolhedor e colaborativo, onde a vergonha dá lugar à liberdade.
Além das aulas, os alunos participam de bailes exclusivos, eventos, congressos e apresentações, que ampliam a socialização e oferecem vivência em diferentes contextos. “Acreditamos que acolher, escutar e personalizar a
experiência é o segredo para manter o aluno engajado”, explica Roberto.
O primeiro passo – Para quem nunca dançou, o caminho é simples: se permitir viver a experiência. “Não é preciso saber dançar para aprender, basta estar disposto a se movimentar e escolher um ritmo que tenha a ver com sua motivação”, orienta.
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